domingo, dezembro 09, 2007

‘O que um homem pode fazer em Nova Iorque se está sozinho e sem um pinto?’ – Parte II.


Há mais de um ano eu postei aqui sobre o já clássico A Camisinha Assassina. Finalmente, achei pra baixar – ah, as maravilhas do mundo moderno – e assisti. E como era de se esperar, é um filme super supimpa.

Eu estou meio que numa busca implacável pelos filmes trash que ainda não assisti ou que vi quando era muito pequeno. Até agora já consegui riscar da lista Plano 9 do Espaço Sideral, que já tinha visto, mas é sempre bom ter em DVD; As Sete Faces do Dr. Lao, clássico de Sessão da Tarde; e agora, A Camisinha Assassina. Os próximos passos são: Kiss e o Fantasma do Parque, O Ataque dos Tomates Assassinos (toda a quadrilogia), A Coisa e Loucademia de Ninjas. Este eu acho até 2018, com certeza.

A Camisinha Assassina é baseada numa HQ - que eu vou procurar até a morte, também - e é uma comédia, amiguinhos que não leram a sinopse, não é um terror, nem nada gore. Aliás, eu acho que o filme só não passa na tevê aberta porque metade dos personagens são prostitutas, travestis, gays e camisinhas – sem contar que o final dá uma liçãozinha de moral na igreja. Se você não tem vontade de assistir, pense como o Detetive Mackaroni:

“Se alguém me contasse sobre preservativos com dentes três semanas atrás, eu diria essa pessoa estava louca. Agora, não tenho mais problemas com a idéia. Nós somos constantemente confrontados com novos conceitos: ‘internet’, ‘cyberspace’, ‘vaca louca’, ‘grupos de alto risco’, ‘Take That’. Por que não ‘Camisinha Assassina?’

Um comentário:

Jota disse...

Hahaha. Esse deve ser bizarro mesmo!